Esses dois dias
foram apenas o início do retorno, ou seja, fim da viagem pelos parques e
partida para Chicago, onde ficaríamos quatro dias antes de retornar ao Brasil.
Ao contrário dos
outros dias, amanheceu com chuva e frio. O termômetro despencou para 7 graus e
assim ficou entre 7 e 12 graus até Pocatello, no interior de Idaho, onde
pernoitamos.
Continuamos andando
pelo oeste americano, aquele dos filmes, bem deserto, cheio de fazendas e
ranchos. Como nos explicou um americano em um café onde fizemos nossa primeira
parada, “farm” (ou fazenda) dedica-se às plantações e “ranch” (ranchos) à
criação de gado, que por aqui é o “Black Angus” e, eventualmente, o “Red
Angus”, preferidos por sua carne mais magra e mais macia.
E assim percorremos
808 km vendo pastagens, vaquinhas pretas de cara simpática, muito feno
enroladinho, enormes plantações de cevada
e feno, pequenas cidades, minúsculos vilarejos. De cada lado, ao longe
avistávamos a bela paisagem das montanhas.
Uma de nossas
paradas foi em uma “rest área” que é nada mais que um local bem arrumado de
banheiro e área para repouso e piquenique. Tudo muito limpo e bem cuidado.
Chegamos a
Pocatello, Idaho, ao final da tarde e nos hospedamos no Best Western, que é
fiel ao estilo BW – quarto e banheiro amplos, estacionamento bom, café da manhã
continental simples, mas que atende à finalidade. Fomos até um shopping lá
perto e jantamos no “Red Lobster” e comemos bem embora não muito barato. A
cidade tem um porte médio para a área e é bem servida de hotéis, restaurantes e
serviços. Um bom ponto de parada na região.
No dia seguinte
saímos bem cedo com medo de algum engarrafamento que interferisse com nossos
planos e horários, já que a distância ainda era de 267 km, e seguimos para Salt Lake City para pegar nosso voo. O
deslocamento foi tranquilo e chegamos cedo ao aeroporto. Na área do aeroporto não existia nenhum posto de gasolina o mais próximo ficava a 9 km, como tínhamos que entregar o carro com o tanque cheio, tivemos que ir até lá, ou seja a precaução de sairmos cedo valeu a pena.
O voo saiu no
horário, mas foi um voo longo e chegamos à Chicago no final da tarde. Até
pegarmos as malas, contratarmos um transfer (Optamos pelo shuttle service da
Airport Express que tinha parceria com o hotel e dava um desconto para o grupo)
e encararmos um trânsito pesado de “hora do rush” até o centro, chegamos ao
hotel as 20:00 h exaustos de um longo e cansativo dia.
Após nos
instalarmos, saímos caminhando e fomos jantar no Eataly, uma mega loja de
produtos alimentícios italianos que congrega restaurantes e lanchonetes.
Comemos bem, mas pagamos muito caro!!!
Amanhã iniciaremos
nossa programação de turismo nessa bela cidade.









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